Nova Carteira de Identidade muda regras de embarque? Saiba o que é obrigatório
- FR Viagens e Turismo

- há 5 horas
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A implementação da Carteira de Identidade Nacional (CIN) tem gerado dúvidas entre viajantes brasileiros, principalmente sobre sua validade para embarques aéreos no Brasil e no exterior.
Desde julho de 2022, a nova identidade começou a ser emitida e passa a utilizar o CPF como número único de identificação em todo o país. O documento já está disponível nas versões física e digital (via aplicativo Gov.br), e substituirá gradualmente o antigo RG.
Mas afinal: a CIN já é obrigatória para viajar de avião?
RG ainda é válido para voos nacionais?
Sim. O RG tradicional continua válido até 28 de fevereiro de 2032, prazo oficial definido pelo Governo Federal para a substituição gradual pela CIN.
Até essa data, o RG pode ser utilizado normalmente para:
✔️ Voos domésticos no Brasil
✔️ Viagens para países do Mercosul
✔️ Embarques em aeroportos nacionais
Desde que esteja:
Em bom estado de conservação
Com foto que permita identificação clara
Além do RG, a CNH também segue aceita para embarques nacionais.
A CIN já pode ser utilizada, mas ainda não é obrigatória.

Viagens ao Mercosul: o que muda?
Em viagens para países do Mercosul e associados, como:
Argentina
Uruguai
Paraguai
Bolívia
Chile
Brasileiros podem entrar apenas com documento de identidade (sem passaporte).
A CIN física é aceita e será o modelo oficial no futuro, pois segue padrões internacionais e possui código compatível com sistemas migratórios.
Importante:A versão digital da identidade no aplicativo Gov.br não substitui o documento físico em viagens internacionais. Para controles migratórios, é obrigatória a apresentação do documento impresso.
O RG tradicional também continua válido até 2032 para esses destinos.
E para outros países fora do Mercosul?
Nada muda.
Para destinos fora do bloco, o passaporte continua obrigatório, independentemente do tipo de carteira de identidade.
Vale a pena já emitir a CIN?
Especialistas recomendam que viajantes que pretendem viajar nos próximos anos já providenciem a CIN física, principalmente para evitar imprevistos em aeroportos e imigração.
A tendência é que a nova identidade se torne o padrão definitivo.




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